São frequentes os relatos nas mídias e redes sociais sobre o comportamento de magistrados em audiências criminais, seja para destacar atitudes rudes ou truculentas, seja para elogiar posturas empáticas. A falta de urbanidade no tribunal compromete a credibilidade do sistema judiciário e a percepção de justiça pelos envolvidos.
A empatia no julgamento criminal não significa leniência, mas sim a capacidade de compreender o contexto e as circunstâncias dos réus, vítimas e testemunhas. Magistrados que demonstram sensibilidade tendem a conduzir audiências mais produtivas e a proferir decisões mais justas, considerando as complexidades humanas por trás dos processos.
A empatia no julgamento criminal não significa leniência, mas sim a capacidade de compreender o contexto e as circunstâncias dos réus, vítimas e testemunhas.
A adoção de uma postura empática pela magistratura pode reduzir a revitimização de ofendidos e testemunhas, além de facilitar a reinserção social de réus. Para isso, é necessário investir em formação continuada dos juízes, promovendo habilidades de comunicação e escuta ativa, sem abrir mão do rigor técnico e da imparcialidade que o cargo exige.
